segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Lembranças Remotas Escritas

Ontem consegui sentar e escrever um monte de coisa, engraçado que na hora em que escrevi esses textos eles eram ótimos  já no outro dia quando digito no computador e lendo de novo, acabaram perdendo um pouco de sua graça, enfim... logo mais estarei postanto por aqui todos eles.

Hoje arrumando meu quarto durante o dia consegui encontrar algumas coisas que escrevi a muito tempo atrás em folhas velhas de caderno, a maioria desses textos já estavam esquecidos em meio ao fluxo de coisas que me correm a cabeça durante os dias.

Hoje vou postar aqui aquele que seja talvez o mais antigo deles, esse texto foi uma idéia de música, frustada, pelo menos até hoje, quem sabe um dia não consigo encontrar os acordes certos para cada letra nele contido.  ^^




Tudo começa de um simples rabisco numa folha de papel velha e usada, formando palavras que viaja ao infinito tomando formas, cores, sons, propagando aquilo que um dia tentará dizer no entanto não houvesse coragem suficiente para tal feito, suficiente talvez pra fazer disso um refrão.
Nunca...um simples refrão de uma simples canção.
Sempre...o refrão do coro da vida.
O que faz com que cada verso torne-se mais complexo e abstrato a ponto de confudir a alma na turbulência das palavras no peito, e dessa relação surge nossa primeira canção que lembra tudo que podemos ser quando queremos ser.

Texto escrito por: Fabio Azevedo

Um Grande abraço aos amigos que dão o ar da vez por aqui e leem o que escrevo, gostanto ou não deles, ficam aqui meus mais sinceros agradecimentos.

P.S.: Espero comentários dessas postagens de quem lê isso aqui, se é que alguém lê. ;D

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