Bom Básicamente Eu irei Expor por aqui Coisas do meu Cotidiano algumas frases que se criam em momentos de Ócio ou sei lá mais O que... Enfim Peço desculpas de antemão pelos erros ortográficos que porventura venham a acontecer e é isso ae.BEM VINDOS AO MEU MUNDO?
quarta-feira, 28 de abril de 2010
De novo todo esse turbilhão de lembranças e magoas!
Acabei de desistir de tudo que iria escrever aqui... de tudo uma unica certeza, estou totalmente confuso e perdido.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Na dose certa vai. Sobre revitas "Teen", futilidades e educação.
Hoje pensei em postar uma Frase que destaquei de um filme que acabei de ver, no entanto eu achei mais interessate por aqui um post do Victor no Fotolog do Forfun...
Antes de tudo, eu queria expor aqui minha imensa admiração por tudo que esse cara escreve. Foram pouquissimas as vezes que descordei de alguma opinião dada por ele e muitas as vezes em que suas palavras foram tidas como as mais coerentes possiveis sob um tema que eu não conhecia ou até mesmo um tema que eu já tinha uma opinião formada.
Fala irmandade.
Hoje passando em frente a uma banca de jornais, vi penduradas algumas revistas destinadas ao seguimento “Teen”.
Primeiro constatei que hoje tudo parece resumido ao “marketing”. Existe inclusive o tal do “marketing pessoal”, vide os twitters da vida. Revistas, jornais, programas televisivos... são todos divididos e direcionados a “alvos” específicos. As revistas por exemplo: tem revista para público masculino adulto, masculino de meia idade “fitness”, revistas femininas para fêmeas descoladas, para senhoras e donas de casa noveleiras, revistas para crianças, revistas para intelectuais (estas vendem menos), revistas para pessoas de classes pobres, classes ricas, classes médias (ela ainda existe?), revistas para esportistas, amantes de carros, e muitas revistas para o público adolescente (o qual depois dos anos noventa passou-se a chamar “teen”). Sendo necessário ou não esse direcionamento exclusivo (aquele que exclui indivíduos) dos produtos materiais e culturais de hoje em dia, vou seguir no meu raciocínio sobre as revistas “teen”.
O que chama a atenção é que, em sua maioria, as revistas teen abordam temas quase sempre relacionados a FUTILIDADES e BANALIDADES da vida dos adolescentes. Ora, obviamente que a futilidade e a banalidade são partes necessárias desse grande todo cósmico universal em que nos encontramos, mas o problema é quando estes assuntos começam a predominar sobre outros de tanta ou maior importância para o nosso desenvolvimento. Nas capas, mês após mês, vêem-se jovens galãs sem muito mais a mostrar do que a sua forma física, além de chamadas do tipo: “como conseguir um corpão para o verão”, “dicas para você bombar na web”, “segredos para arrasar na balada”, “que roupa usar?”.
Mais uma vez é importante lembrar que para tudo existe uma medida, e talvez aí resida a arte do “saber viver”. Negar os assuntos fúteis seria impor a intelectualidade. Somos todos, adolescentes, adultos e idosos, ainda muito ligados nos assuntos materiais e superficiais. Queremos ter um corpo manero pro verão. É da nossa natureza, é necessário. Mas também é da nossa natureza a fome por conhecimento, cultura e espiritualidade. E aí o que rola é que negar a informação intelectual é impor a futilidade. Sem dúvida que essas revistas também possuem conteúdo educativo, mas analisando a proporção em relação aos assuntos “superficiais”, dá pra perceber quem predomina nessa balança desequilibrada.
Como veículos de comunicação em massa, as revistas “teen” deveriam possuir um senso de responsabilidade muito forte, dada a importância do papel que representam na formação do caráter dos jovens, nessa fase tão importante que é a adolescência. Torço para que a mulecada que está vindo por aí perceba isso, e corra atrás de fontes de informação que lhes tragam uma bagagem mais completa para a caminhada da vida. Fontes que não subestimem sua inteligência, e que lhes forneçam noções de ética, moral, amor ao próximo, espírito coletivo, fraternidade, cultura, história, ciência, e (na dose certa) até um pouquinho de futilidade.
Abraços
.Vitor
Antes de tudo, eu queria expor aqui minha imensa admiração por tudo que esse cara escreve. Foram pouquissimas as vezes que descordei de alguma opinião dada por ele e muitas as vezes em que suas palavras foram tidas como as mais coerentes possiveis sob um tema que eu não conhecia ou até mesmo um tema que eu já tinha uma opinião formada.
Fala irmandade.
Hoje passando em frente a uma banca de jornais, vi penduradas algumas revistas destinadas ao seguimento “Teen”.
Primeiro constatei que hoje tudo parece resumido ao “marketing”. Existe inclusive o tal do “marketing pessoal”, vide os twitters da vida. Revistas, jornais, programas televisivos... são todos divididos e direcionados a “alvos” específicos. As revistas por exemplo: tem revista para público masculino adulto, masculino de meia idade “fitness”, revistas femininas para fêmeas descoladas, para senhoras e donas de casa noveleiras, revistas para crianças, revistas para intelectuais (estas vendem menos), revistas para pessoas de classes pobres, classes ricas, classes médias (ela ainda existe?), revistas para esportistas, amantes de carros, e muitas revistas para o público adolescente (o qual depois dos anos noventa passou-se a chamar “teen”). Sendo necessário ou não esse direcionamento exclusivo (aquele que exclui indivíduos) dos produtos materiais e culturais de hoje em dia, vou seguir no meu raciocínio sobre as revistas “teen”.
O que chama a atenção é que, em sua maioria, as revistas teen abordam temas quase sempre relacionados a FUTILIDADES e BANALIDADES da vida dos adolescentes. Ora, obviamente que a futilidade e a banalidade são partes necessárias desse grande todo cósmico universal em que nos encontramos, mas o problema é quando estes assuntos começam a predominar sobre outros de tanta ou maior importância para o nosso desenvolvimento. Nas capas, mês após mês, vêem-se jovens galãs sem muito mais a mostrar do que a sua forma física, além de chamadas do tipo: “como conseguir um corpão para o verão”, “dicas para você bombar na web”, “segredos para arrasar na balada”, “que roupa usar?”.
Mais uma vez é importante lembrar que para tudo existe uma medida, e talvez aí resida a arte do “saber viver”. Negar os assuntos fúteis seria impor a intelectualidade. Somos todos, adolescentes, adultos e idosos, ainda muito ligados nos assuntos materiais e superficiais. Queremos ter um corpo manero pro verão. É da nossa natureza, é necessário. Mas também é da nossa natureza a fome por conhecimento, cultura e espiritualidade. E aí o que rola é que negar a informação intelectual é impor a futilidade. Sem dúvida que essas revistas também possuem conteúdo educativo, mas analisando a proporção em relação aos assuntos “superficiais”, dá pra perceber quem predomina nessa balança desequilibrada.
Como veículos de comunicação em massa, as revistas “teen” deveriam possuir um senso de responsabilidade muito forte, dada a importância do papel que representam na formação do caráter dos jovens, nessa fase tão importante que é a adolescência. Torço para que a mulecada que está vindo por aí perceba isso, e corra atrás de fontes de informação que lhes tragam uma bagagem mais completa para a caminhada da vida. Fontes que não subestimem sua inteligência, e que lhes forneçam noções de ética, moral, amor ao próximo, espírito coletivo, fraternidade, cultura, história, ciência, e (na dose certa) até um pouquinho de futilidade.
Abraços
.Vitor
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Como não estou muito disposto aescrever hoje, mente um pouco cansada e ao mesmo tempo queria atualizar essa jorça esolvi postar uma canção que fiz a um certo tempo atrás sem nenhum motvivo desesperador, antes que me perguntem, apenas fluiu algo assim e resolvi escrever.
abraços.
Sangrando
Mais uma vez está tão solto
Como um cão sublime e louco
Sem saber o porque...
A pouco tempo estava ileso
Da loucura de um sugeito
Que não sabe o que é a dor
De tanta inspiração
Aponta dos dedos a escuridão
Fez Singela canção
E nada disso fez seu coração tão partido
Voltar a bater
Vaii sangrar...!!!
A loucura HUmana move a dor
O medo e a maldade são juntos
A maior realidade imaginaria
Frases de Expressão
Não adiantam mais nada
São meras palavras vagas
ao infinito...
Fazei demeros versos uma canção Qualquer
E não os deixe vagar
por ai...
Composição:fAbio Azevedo
abraços.
Sangrando
Mais uma vez está tão solto
Como um cão sublime e louco
Sem saber o porque...
A pouco tempo estava ileso
Da loucura de um sugeito
Que não sabe o que é a dor
De tanta inspiração
Aponta dos dedos a escuridão
Fez Singela canção
E nada disso fez seu coração tão partido
Voltar a bater
Vaii sangrar...!!!
A loucura HUmana move a dor
O medo e a maldade são juntos
A maior realidade imaginaria
Frases de Expressão
Não adiantam mais nada
São meras palavras vagas
ao infinito...
Fazei demeros versos uma canção Qualquer
E não os deixe vagar
por ai...
Composição:fAbio Azevedo
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Ô Chuva eu peço que Caia devagar
Olá incasaveis recebedores de Olás por aqui...
Acho que todos os alfabetizados leitores disso aqui tem consciência das ultimas desgraças a qual passam nossos irmãos que moram por aqui e outros que moram por ali, ou até mesmo você tenha sofrido com toda essa diabólica benção divina em forma de chuva.
Bom antes de tudo, queria rejeitar qualquer critica do tipo "Chuva mizeravel" ou tais e tais.... Acho que as pessoas não se contentam com que porra que elas querem. Se faz sol...reclama, se faz chuva...reclama. Acho que o cara lá de cima deve ficar confuso as vezes em querer saber o que essas pessoas querem.
Vamos reclamar menos galera e agir mais, se o clima tá botando pra fuder em cima da gente é por que nós que tamo fudendo com o nosso planeta. Ou seja estamos fudendo com nós mesmos.
Voltando ao tema principal desse post, eu queria deixar expresso aqui a minha indgnação pela forma com que as pessoas só são humanas e solidarias com as outras diante das desgraças. E o pior de tudo são aqueles que não se solidarizam com porra nenhuma e fica bancando papel, com drama desnecessário a fim de obter qualquer tipo de lucratividade com isso seja ela moral, financeira, social, diabo a 4.
Numa situação como essa, o mais correto é ajudar, mesmo que esse sentimento de irmandade seja provisório, ou ilusório. Não que eu esteja ajudando em alguma coisa ou que eu faça algo do tipo. Mas porra bancar de bonzinho só pra querer aparecer... faça-me o favor. Então fica minha opinião aqui. Não forje sentimento não amigo, respeite a desgracença alheia. Se não pode ajudar apenas seja indiferente ou guarde seu sentimentalismo pra você, acho que o sentimento em volto da perda da galera já é imenso, o que falta ali com certeza não é sentimentalismo não. Guarde seu sentimentalismo, se é que ele existe, enfim, não precisa expor. Uma oração vale mais que sua comoção.
Então é isso peço desculpas pelas palavras, ditas como pesadas, pela infinidade de "porras" citados no texto e por qualquer outro palavrão indesejado.
Próxima postagem coloco uma música que acho bem maneira.
abraços e até a próxima!
Acho que todos os alfabetizados leitores disso aqui tem consciência das ultimas desgraças a qual passam nossos irmãos que moram por aqui e outros que moram por ali, ou até mesmo você tenha sofrido com toda essa diabólica benção divina em forma de chuva.
Bom antes de tudo, queria rejeitar qualquer critica do tipo "Chuva mizeravel" ou tais e tais.... Acho que as pessoas não se contentam com que porra que elas querem. Se faz sol...reclama, se faz chuva...reclama. Acho que o cara lá de cima deve ficar confuso as vezes em querer saber o que essas pessoas querem.
Vamos reclamar menos galera e agir mais, se o clima tá botando pra fuder em cima da gente é por que nós que tamo fudendo com o nosso planeta. Ou seja estamos fudendo com nós mesmos.
Voltando ao tema principal desse post, eu queria deixar expresso aqui a minha indgnação pela forma com que as pessoas só são humanas e solidarias com as outras diante das desgraças. E o pior de tudo são aqueles que não se solidarizam com porra nenhuma e fica bancando papel, com drama desnecessário a fim de obter qualquer tipo de lucratividade com isso seja ela moral, financeira, social, diabo a 4.
Numa situação como essa, o mais correto é ajudar, mesmo que esse sentimento de irmandade seja provisório, ou ilusório. Não que eu esteja ajudando em alguma coisa ou que eu faça algo do tipo. Mas porra bancar de bonzinho só pra querer aparecer... faça-me o favor. Então fica minha opinião aqui. Não forje sentimento não amigo, respeite a desgracença alheia. Se não pode ajudar apenas seja indiferente ou guarde seu sentimentalismo pra você, acho que o sentimento em volto da perda da galera já é imenso, o que falta ali com certeza não é sentimentalismo não. Guarde seu sentimentalismo, se é que ele existe, enfim, não precisa expor. Uma oração vale mais que sua comoção.
Então é isso peço desculpas pelas palavras, ditas como pesadas, pela infinidade de "porras" citados no texto e por qualquer outro palavrão indesejado.
Próxima postagem coloco uma música que acho bem maneira.
abraços e até a próxima!
quarta-feira, 14 de abril de 2010
"Já o que se sente, só mesmo tando presente."
Estou Realmente Comtenplado com a hipotese de poder ver um show do FORFUN aqui em salvador, confesso que um tanto preocupado com a possibilidade de uma não ida. Essa Semana estreiou o novo Clip dos caras "O Viajante" e pelas imagens mostradas tudo tende a uma experiência musical única, digo isso sem menor "tietagem". Bom quanto a isso me estendo até aqui, recomendando aos "Escassos Leitores" (será que a mesma piada tem graça por duas vezes? rsrsrs), assistirem a tal clip e conhecer o Cd dos muleques, o Download é Gratuito no site da banda.
Merchan a parte acho que hoje estou pensativo o suficiente pra desenvolver algum texto interessante, ou não, sobre algum tema que ainda não seii o que é. Enfim, vou minimizar a tela aqui fazer outras coisas e de repente volto aqui pra escrever. ;D
Frase do título retirada do Fotolog do Forfun.
Então alguns minutos depois, volto aqui pra concretizar o que foi dito em palavras anteriores e da continuidade a minha serie de escrever besteiras traduzidas em textos.
Bom é extamente sobre isso que quero falar, as vezes me vejo adotando uma política de não valorização de minhas coisas. Não sei a que se deve isso, acredito que não seja pessimismo ou por que eu veja negativamente as coisas que eu faço. Talvez por mera convenção de não querer me sobrepor com meus feitos aos feitos dos outros.
Eu particularmente consigo ver mais beleza em certas coisas nos outros do que em min. Ao amiguinho leitor que ficou perdido no raciocinio vou citar um exemplo banal porém classico. Tipo, uma roupa, ou um tênis, ou sei lá o que você possa imaginar, mesmo que seja idêntica ao que possuo eu imagino aquela roupa ou seja lá o que for melhor nos outros do que em min.
Começei a escrever e achar tudo isso sem nexo e sem sentido de estar escrevendo aqui, mas prosseguirei e irei mais à fundo nisso.
Bom filosoficamente falando (olha só... acho que estou filosofando... rsrsrs QUE LOKO), acho que tudo isso se deve ao fato de estar vendo a pessoa vestir aquilo com os própios olhos sem recorrer ao uso de nada. Explicando melhor, as vezes pra nos vermos recorremos ao espelho ou outro meio e tenhu um pouco de cisma com o espelho. Tal simbolo narcizista pode nos enganar, nos fazer cair no super ego e mudar nossa linha de raciocinio ou então de repente o espelho pode estar embaçado e confudir a visão, o que não acontece quando olhamos alguma coisa com os olhos e da forma que ela realmente é, digo sem recorrer a auxilio de nada.
Agora é só aplicar toda essa linha de raciocinio ai as coisas não tão banais como roupa, ou sei lá o que mais você possa ter tomado como exemplo, e aplicar a alguns textos, músicas e até mesmo esse blog.
Isso é tudo pessoal.... ;D
Merchan a parte acho que hoje estou pensativo o suficiente pra desenvolver algum texto interessante, ou não, sobre algum tema que ainda não seii o que é. Enfim, vou minimizar a tela aqui fazer outras coisas e de repente volto aqui pra escrever. ;D
Frase do título retirada do Fotolog do Forfun.
Então alguns minutos depois, volto aqui pra concretizar o que foi dito em palavras anteriores e da continuidade a minha serie de escrever besteiras traduzidas em textos.
Bom é extamente sobre isso que quero falar, as vezes me vejo adotando uma política de não valorização de minhas coisas. Não sei a que se deve isso, acredito que não seja pessimismo ou por que eu veja negativamente as coisas que eu faço. Talvez por mera convenção de não querer me sobrepor com meus feitos aos feitos dos outros.
Eu particularmente consigo ver mais beleza em certas coisas nos outros do que em min. Ao amiguinho leitor que ficou perdido no raciocinio vou citar um exemplo banal porém classico. Tipo, uma roupa, ou um tênis, ou sei lá o que você possa imaginar, mesmo que seja idêntica ao que possuo eu imagino aquela roupa ou seja lá o que for melhor nos outros do que em min.
Começei a escrever e achar tudo isso sem nexo e sem sentido de estar escrevendo aqui, mas prosseguirei e irei mais à fundo nisso.
Bom filosoficamente falando (olha só... acho que estou filosofando... rsrsrs QUE LOKO), acho que tudo isso se deve ao fato de estar vendo a pessoa vestir aquilo com os própios olhos sem recorrer ao uso de nada. Explicando melhor, as vezes pra nos vermos recorremos ao espelho ou outro meio e tenhu um pouco de cisma com o espelho. Tal simbolo narcizista pode nos enganar, nos fazer cair no super ego e mudar nossa linha de raciocinio ou então de repente o espelho pode estar embaçado e confudir a visão, o que não acontece quando olhamos alguma coisa com os olhos e da forma que ela realmente é, digo sem recorrer a auxilio de nada.
Agora é só aplicar toda essa linha de raciocinio ai as coisas não tão banais como roupa, ou sei lá o que mais você possa ter tomado como exemplo, e aplicar a alguns textos, músicas e até mesmo esse blog.
Isso é tudo pessoal.... ;D
domingo, 11 de abril de 2010
Qualquer Semelhança é Mera Coincidência!
Olá escassos Leitores, consegui arrumar uma folga em meio ao turbilhão de numeros e problemas equacionais para escrever algo por aqui.
Hoje parei pra ouvir uma das Bandas (se é que pode-se denominar assim) mais fantásticas que já ouvi. "O Teatro Mágico" eu acho incrivelmente insano a forma que Fernando Anitelli Consegue escrever e poetizar versos tão complexos.
Essa Semana estudando a escola literária simbolista, eles diziam que às vezes faltam palavras para descrever algumas coisas pela imensidão do tema a ser tratado, no entando, eu acho que o Fernando consegue desmentificar isso. Ele tem essas palavras e consegue expressa-las, e melhor, de forma única.
Segue logo ai em baixo uma composição sua que eu tenhu certeza que muita gente vai se identificar sua "insetidão"
Os Insetos Interiores
Notas de um observador:
Existem milhões de insetos almáticos.
Alguns rastejam, outros poucos correm.
A maioria prefere não se mexer.
Grandes e pequenos.
Redondos e triangulares,
de qualquer forma são todos quadrados.
Ovários, oriundos de variadas raízes radicais.
Ramificações da célula rainha.
Desprovidos de asas,
não voam nem nadam.
Possuem vida, mas não sabem.
Duvidam do corpo,
queimam seus filmes e suas floras.
Para eles, tudo é capaz de ser impossível.
Alimentam-se de nós, nossa paz e ciência.
Regurgitam assuntos e sintomas.
Avoam e bebericam sobre as fezes.
Descansam sobre a carniça,
repousam-se no lodo,
lactobacilos vomitados sonhando espermatozóides que não são.
Assim são os insetos interiores.
A futilidade encarrega-se de maestra-los.
São inóspitos, nocivos, poluentes.
Abusam da própria miséria intelectual,
das mazelas vizinhas, do câncer e da raiva alheia.
O veneno se refugia no espelho do armário.
Antes do sono, o beijo de boa noite.
Antes da insônia, a benção.
Arriscam a partilha do tecido que nunca se dissipa.
A família.
São soníferos, chagas sem curas.
Não reproduzem, são inférteis, infiéis, in(f)vertebrados.
Arrancam as cabeças de suas fêmeas,
Cortam os troncos,
Urinam nos rios e nas somas dos desagravos, greves e desapegos.
Esquecem-se de si.
Pontuam-se
A cria que se crie, a dona que se dane.
Os insetos interiores proliferam-se assim:
Na morte e na merda.
Seus sintomas?
Um calor gélido e ansiado na boca do estômago.
Uma sensação de: o que é mesmo que se passa?
Um certo estado de humilhação conformada o que parece bem vindo e quisto.
É mais fácil aturar a tristeza generalizada
Que romper com as correntes de preguiça e mal dizer.
Silenciam-se no holocausto da subserviência
O organismo não se anima mais.
E assim, animais ou menos assim,
Descompromissados com o próprio rumo.Desprovidos de caráter e coragem,
Desatentos ao próprio tesouro...caem.
Desacordam todos os dias,
não mensuram suas perdas e imposturas.
Não almejam, não alma, já não mais amor.
Assim são os insetos interiores.
Composição: Fernando Anitelli
Observem-se mais, aprenda mais sobre si.
Hoje parei pra ouvir uma das Bandas (se é que pode-se denominar assim) mais fantásticas que já ouvi. "O Teatro Mágico" eu acho incrivelmente insano a forma que Fernando Anitelli Consegue escrever e poetizar versos tão complexos.
Essa Semana estudando a escola literária simbolista, eles diziam que às vezes faltam palavras para descrever algumas coisas pela imensidão do tema a ser tratado, no entando, eu acho que o Fernando consegue desmentificar isso. Ele tem essas palavras e consegue expressa-las, e melhor, de forma única.
Segue logo ai em baixo uma composição sua que eu tenhu certeza que muita gente vai se identificar sua "insetidão"
Os Insetos Interiores
Notas de um observador:
Existem milhões de insetos almáticos.
Alguns rastejam, outros poucos correm.
A maioria prefere não se mexer.
Grandes e pequenos.
Redondos e triangulares,
de qualquer forma são todos quadrados.
Ovários, oriundos de variadas raízes radicais.
Ramificações da célula rainha.
Desprovidos de asas,
não voam nem nadam.
Possuem vida, mas não sabem.
Duvidam do corpo,
queimam seus filmes e suas floras.
Para eles, tudo é capaz de ser impossível.
Alimentam-se de nós, nossa paz e ciência.
Regurgitam assuntos e sintomas.
Avoam e bebericam sobre as fezes.
Descansam sobre a carniça,
repousam-se no lodo,
lactobacilos vomitados sonhando espermatozóides que não são.
Assim são os insetos interiores.
A futilidade encarrega-se de maestra-los.
São inóspitos, nocivos, poluentes.
Abusam da própria miséria intelectual,
das mazelas vizinhas, do câncer e da raiva alheia.
O veneno se refugia no espelho do armário.
Antes do sono, o beijo de boa noite.
Antes da insônia, a benção.
Arriscam a partilha do tecido que nunca se dissipa.
A família.
São soníferos, chagas sem curas.
Não reproduzem, são inférteis, infiéis, in(f)vertebrados.
Arrancam as cabeças de suas fêmeas,
Cortam os troncos,
Urinam nos rios e nas somas dos desagravos, greves e desapegos.
Esquecem-se de si.
Pontuam-se
A cria que se crie, a dona que se dane.
Os insetos interiores proliferam-se assim:
Na morte e na merda.
Seus sintomas?
Um calor gélido e ansiado na boca do estômago.
Uma sensação de: o que é mesmo que se passa?
Um certo estado de humilhação conformada o que parece bem vindo e quisto.
É mais fácil aturar a tristeza generalizada
Que romper com as correntes de preguiça e mal dizer.
Silenciam-se no holocausto da subserviência
O organismo não se anima mais.
E assim, animais ou menos assim,
Descompromissados com o próprio rumo.Desprovidos de caráter e coragem,
Desatentos ao próprio tesouro...caem.
Desacordam todos os dias,
não mensuram suas perdas e imposturas.
Não almejam, não alma, já não mais amor.
Assim são os insetos interiores.
Composição: Fernando Anitelli
Observem-se mais, aprenda mais sobre si.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Quase Bem, Muito Mal!
Vontade enorme que me veem de Xingar todos os nomes que eu souber e mais ainda aqueles que eu não souber, explodir de raiva e buscar a mais absoluta paz de espirito, quebrar o que é de mais importante e finjir que nunca existiu ou simplesmente escrever como um tolo coisas sem sentido.
Ta ai a grande diferença entre um covarde que nunca foi capaz de enfrentar seus problemas de cara e alguém que simplesmente corre atrás do que quer sem se importar com nada nem com ninguém.
Quer saber hoje não estou nem um pouco precupado em moderar minhas palavras ou o que vou escrever, muito menos precupado ainda com os erros ortográficos que possam ocorrer.
Hoje eu acabo de desistir de qualquer coisa que eu tenha progamado, ou de satisfazer a qualquer vontade alheia. Pensar em min, e dane-se o resto, isso inclue todos... inclusive meus inconfidentes leitores ou seja eu não dou mais a minima pra opiniões quanto a esse blog seja ele um elogio ou uma critica.
Na verdade eu nunca gostei de elogios, e sinceramente eu tenhu tido uma visão totalmente pessimista de tudo quanto a min nos ultimos dias, não consigo mais encontrar a menor virtude que vivia a tempos atrás.
Ta ai a grande diferença entre um covarde que nunca foi capaz de enfrentar seus problemas de cara e alguém que simplesmente corre atrás do que quer sem se importar com nada nem com ninguém.
Quer saber hoje não estou nem um pouco precupado em moderar minhas palavras ou o que vou escrever, muito menos precupado ainda com os erros ortográficos que possam ocorrer.
Hoje eu acabo de desistir de qualquer coisa que eu tenha progamado, ou de satisfazer a qualquer vontade alheia. Pensar em min, e dane-se o resto, isso inclue todos... inclusive meus inconfidentes leitores ou seja eu não dou mais a minima pra opiniões quanto a esse blog seja ele um elogio ou uma critica.
Na verdade eu nunca gostei de elogios, e sinceramente eu tenhu tido uma visão totalmente pessimista de tudo quanto a min nos ultimos dias, não consigo mais encontrar a menor virtude que vivia a tempos atrás.
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